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Acesso número:312674

UMA HISTÓRIA

 

 

 

UMA HISTÓRIA
 
A Supervisão, sob a denominação de Inspeção Escolar já existia, no sistema estadual de ensino paulista, de forma sistemá­tica e com característica de mediadora entre a escola e a administração superior do ensino, desde os anos 50 em conti­nui­dade às tarefas de inspeção de grupos esco­la­res da década anterior.
 
Em 1974 com o Estatuto do Magis­tério aparece pela primeira vez no Es­tado de São Paulo a figura oficial do Supervisor - Lei Com­plementar nº 114 de 13 no­vembro de 1974.
 
Em 1975 e 1976 com os Decretos 5.586/75 e 7.510/76 são de­finidas as atribuições do Supervisor.
 
Em 1978, na Lei Comple­mentar 201/78 aparece a figura do Supervisor já com a denominação de Supervi­sor de Ensino
 
No início de 1981, a Se­cretaria da Edu­cação as­sume a respon­sabi­lidade de realizar concurso público de provas e títulos para se­lecionar Su­perviso­res de Ensino com campo de tra­balho definido, abran­gendo educa­ção infantil, ensino especial, ensino de 1º e 2º graus das modalida­des re­gular, supletivo e profissi­onalizante para es­colas e cursos das redes estadual, mu­nicipal e parti­cular.
 
Já em novem­bro de 81, um grupo de Su­pervisores reu-ne-se nas de­pendências do Colégio Cristo Rei, São Paulo - SP para organizar uma Associ­ação que con­gregasse a ca­tego­ria com a “finalidade de ser sua real porta voz”. Em dezembro desse mesmo ano funda-se a APASE - As­sociação Paulista de Su­pervisores de Ensino.
 
A entidade nasce dentro de um movi­mento maior de organiza­ção da sociedade civil, na época preo­cupada com o desen­volvimento de uma cidada­nia responsável, que em conseqüência ala­vanca o processo de aber­tura po­lítica que culmina no resta­beleci­mento da demo­cracia no país.
 
Assim, as fi­nalidades da APASE refle­tem o mo­mento histórico vivido, de defesa da escola pública “comprometida com os interesses do povo brasi­leiro” e da democrati­zação em curso no Brasil.
 
Ainda, nesta linha, tam­bém são fixa­das como fina­lida­des da APASE, a orga­niza­ção dos profissionais da su­pervisão, bem como sua arti­culação com o trabalho de outros educadores e/ou enti­dades de profissionais do en­sino. Em conseqüên­cia, sempre liga­dos ao for­tale­cimento da participação res­ponsável, as demais fi­nali­dades dizem respeito a “defesa dos interesses pro­fissionais e ao aperfeiçoa­mento profissional, moral e intelectual dos associados”. Com essa configuração, a Associação passa a funcio­nar.
 
Em 1985, há a Reestrutura­ção do Esta­tuto do Magis­tério - Lei Complementar 444/85.
 
Em 1986, o estatuto da APASE é re­formu­lado, mas suas finali­dades manti­das Naquela oportuni­dade, rea­firma-se a pro­posta de “contribuir efi­cazmente pa-ra a construção de uma socie­dade civil or­ganizada e forte, ali­cerçada nos prin­cí­pios de liberdade, igual­dade e justiça”.
 
A APASE ainda tem altera­ções regi­mentais em 1988, porém as mais significati­vas passam a ocorrer a par­tir da decisão da Assem­bléia Ge­ral Extra­ordinária de 03/11/88, quando a cate­goria aprova entrar  com pedido de trans­formação de Associ­ação em Sindi­cato, ade­quando-se ao mo­vi­mento social e as pers­pectivas abertas pela “Constituição Cidadã” de 1988.
 
Durante o ano seguinte as discussões con­tinuam, a-contece então um forte movimento de reivin­di­ca­ção salarial, pontuado por greves da categoria e de­mais profissionais da edu­cação. Além disso, no mesmo período a APASE participa ativamente na ela­boração da Constituição Paulista, no que diz respeito à Educação e aos di­reitos dos alunos e educadores. Esse período é marcado pela participação da APASE em grandes bata­lhas como a organização do Plano de Carreira para os Profissionais da Educação, reformulação da L.D.B. e jornadas de debates sobre a escola pública com a co­munidade escolar, entre ou­tras.
 
Em 16/05/90, em As­sem­bléia Geral é aprovada a proposta de re­organização da APASE em Sin­dicato.
Surge assim o Sindicato dos Supervisores de Ensino do Magis­tério Oficial no Es­tado de São Paulo, com a denominação oficial de APASE - Sindi­cato de Su­pervisores de Ensino do Magistério Ofi­cial no Es­tado de São Paulo.
 
Como Sindi­cato, as fina­lidades são ampliadas in-clu­indo as es­pecíficas de defesa da cate­goria pro­fissional do ponto de vista salarial, das prerro­gativas trabalhistas, do in­ter­câmbio com os sindica­tos congêne­res e associa­ções represen­tativas não sin­dicais que congreguem integrantes da categoria profissional re­presentada.
 
Como princípio, o Sindicato dos Supervisores de Ensino do Ma­gistério Oficial no Estado de São Paulo, é organização sindi­cal de 1º grau a nível estadual, autônomo, apartidário, sem fins lucrativos, democrático, com­prometido com a defesa dos interesses dos Supervisores de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo e lutará pela melhoria salarial e condi­ções de trabalho engajado no processo de transformação da sociedade na direção da demo­cracia.
 
    O Sindicato de Supervisores de Ensino do Magistério Oficial no Estado de São Paulo tem como finalidades:
- representar e defender os di­reitos e interesses profissional individuais e coletivos da cate­goria representada, de seus sin­dicalizados, em juízo ou fora dele.
- promover todo tipo de rei­vindicações relativas ao vínculo funcional de seus sindicalizados e dos integrantes da categoria profissional representada.
 
A história da organiza­ção dos Superviso­res comprova a luta do pro­fissional en­quanto trabalha­dor da edu­cação, que por sua própria natu­reza é ele­mento fun­damental para a transfor­mação social.
 
Assim, o tra­ba­lho é rea­lizado por um profissional que ao mesmo tempo em que é um cidadão consci­ente e responsável participa da construção de uma cida­dania também consciente e responsável.
 
É importante esclarecer que, no Estado de São Pau-lo, a Su­pervisão fica melhor viabilizada pois ocorre não apenas no isola­mento de uma unidade es­co­lar, mas na articula­ção entre várias escolas entre si e com a administração cen­tral do ensino.
 
Essa “posição” do Su­pervi­sor de Ensino privi­legia uma visão mais abran­gente pois per­mite tanto de­tectar as singu­laridades de um fato edu­cacio­nal quanto a di-nâmica de todo um pro­cesso de orga­nização do ensino, fa­cili­tando tanto sua formação de cidadão, quanto a de agente de mu­dança e for­mação de cida­dania, fun­dada nos princí­pios de li­ber­dade, igualdade e jus­tiça, basila­res na cons­trução efe­tiva da democra­cia.
 
 
UMA LUTA - O QUE É SER SUPERVISOR DE ENSINO NO ESTADO DE SÃO PAULO.
 
 
No Estado de São Paulo, a figura do Su­pervisor é in­troduzida atra­vés da Lei Complemen­tar 114/74 (Estatuto do Magis­tério) e suas atribui­ções são fixadas pelos Decre­tos 5.586/75 e 7.510/76, este último alte­rado pelos De­cretos: 17.329/81 e 39.902/95.
 
Por outro lado, a Lei Complementar 744/93, ar­tigo 9º, deter­mina como competências do Su­pervi­sor de Ensino:
 
I - exercer, por meio de vi­sita aos es­tabelecimentos de ensino, a supervisão e a fis­calização das unidades es­co­lares incluídas no setor de trabalho que lhe for atri­bu­ído, prestando a necessá­ria orientação técnica e provi­denciando a correção de falhas administrativas e pe­dagógicas, sob pena de res­ponsabi­lidade;
 
II - realizar estudos e pes­quisa visando ao desenvol­vimento do sistema de en­sino.       
 
A composição do setor de trabalho do Su­pervisor de Ensino no Es­tado de São Paulo, está dis­posta em le­gislação especí­fica (L.C. 744/93 e Res. SE nº 28/94). As De­legacias de Ensino e as Unidades Esco­lares são postos de trabalho do Su­pervisor de Ensino.      
 
 
UM COMPROMISSO
 
 
A importância da APASE está na sua luta em não desvincular a escola do con­texto histórico social.
 
Sendo assim a APASE , reedita aqui a sua posição anteriormente ex­posta de atuação da Super­visão de Ensino enquanto agente transformador, que deverá impulsionar o processo de reflexão coletiva, que cons­trua a ruptura do modelo autoritário na con­dução da educação, do “engessamento” das lutas democráticas e culmine no resgate da dignidade do profissional da Educação e consequentemente do pro­cesso ensino-aprendizagem.
 
RELEMBRANDO A HISTÓRIA DA ORGANIZAÇÃO DA CATEGORIA, EM HOMENAGEM AOS COLEGAS QUE, DESDE A FUNDAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE SUPERVISORES DE ENSINO, EXERCERAM A PRESIDÊNCIA DA DIRETORIA EXECUTIVA.
 
 
1º Presidente:1981 e 1982 Prof. Roberto Bueno Sobrinho
Com a fundação da APASE, em 14 de novembro de 1981, foi eleito para conduzir os trabalhos para a elaboração do primeiro Estatuto.
Realizou duas reuniões referentes à participação da Associação na Campanha Salarial, conforme documentado nos dias 13 e 19 de março de 1982, levando a Associação a resistir a repressão da administração contra o movimento de reivindicação do magistério.
Na ocasião, iniciaram-se as lutas da Supervisão em defesa da categoria, empreendendo as primeiras campanhas.
Organizou a primeira eleição direta que ocorreu em 26 de junho de 1982.
             
2ª Presidente:1982 a 1984 Profº. Maria José Brandão Machado
Nessa gestão, APASE atuou mais intensamente da organização e participação em Campanhas Salariais Unificadas com outras Entidades de Classe para resolver o problema da defasagem salarial.
Também, nessa época foi realizado o Fórum de Debates sobre Educação.
Já em abril de 1984, a Associação se mobilizou na Greve Geral do Magistério.
Ainda nesta gestão, com a eleição do Governador Montoro, iniciou um tratamento mais democrático para as questões da educação e seus profissionais. Mesmo assim, a questão salarial só foi resolvida mediante Greve Geral dos Servidores Públicos. Nessa greve o Magistério conquistou piso de cinco salários mínimos, progrediu cinco referências e a participação nos estudos para um novo Estatuto do Magistério.
 
3ª Presidente:1984 a 1988 Profº. Márcia Barros Scaranello
Eleita em 29 de junho de 1984 e, em 19 de setembro de 1986, para um segundo mandato.
Continuam as discussões para o Estatuto do Magistério, conhecido como Lei Complementar 444/85, sobretudo dos aspectos de organização das funções supervisoras no âmbito do Sistema e a exigência de outro Concurso Público para provimento do cargo de Supervisor de Ensino.
Na ocasião, a entidade participou da análise dos resultados do Estudo do Documento 1, da SEE, que teve como conseqüência a implantação do Ciclo Básico de Alfabetização no Estado de São Paulo.
Avançou-se quanto à ampliação do número de sócios APASE que passou para 522 e conseguiu-se que a arrecadação da mensalidade ocorresse no hollerith.
Em 1986, a Supervisão de Sistema do Estado de São Paulo passa a ser questionada pela CENP, que a entende desnecessária. Começa-se então, a grande luta para o resgate da figura do supervisor e para sua manutenção na carreira do magistério.
Nesta gestão, em 1986, foi realizado o 1º Encontro Estadual de Supervisores de Ensino – APASE, em Bertioga, com os temas: “A Educação na Constituição”, “O papel da Escola” e “O papel do Supervisor de Ensino”. Na seqüência, em 1987, foi realizado o II Encontro de Supervisores em Águas de Lindóia, com o tema “A Reforma Administrativa e a função do supervisor” que, ampliado, focalizou também a “Administração financeira e de materiais” e a “Redefinição do papel das DREs”. O III Encontro foi realizado em Águas de Lindóia, em 1988, com o tema: “A Formação do Supervisor educacional e a nova Lei do Ensino!, com ênfase na análise da qualidade da escola pública e a sua implicação política.
Nesta gestão, APASE também participou de quatro Encontros nacionais, organizados pela então Federação Nacional de Supervisores Educacionais – FENASE, realizados em Belo Horizonte, Salvador, Recife e Maceió.
 
4ª Presidente:1988 a 1990  – Profº. Fumiko Kikuchi Obata
Eleita em 30 de setembro de 1988.
Nesta gestão ocorreu a organização e eleição de representantes das Delegacias de Ensino junto à APASE.
Começam os estudos da transformação da Associação em Sindicato, a luta em prol dos aposentados e sua permanência no Quadro do Magistério e estudos sobre as propostas de municipalização.
Em abril de 1989, APASE participa de nova luta para correção salarial. A Campanha foi unificada com todas as Entidades do Magistério e com elas participou do movimento grevista de 60 dias.
O IV Encontro APASE foi realizado em 1989, em Bertioga, com o tema: “LDB – implantação nos âmbitos federal e estadual.” 
Em 05/06/90, em Assembléia Geral, foi aprovada a fundação do Sindicato APASE com o respectivo Estatuto, bem como foram eleitos a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal.
 
5ª Presidente:1990 a 1993 Profº. Aulenir Alves Miranda
A primeira Diretora-Presidente da Entidade como Sindicato. Foi nesta gestão a primeira edição do Jornal APASE, em julho de 1990.
Realizou o V Encontro APASE, em 1990, em Peruíbe; o VI Encontro em 1991, em Campos do Jordão, com o tema: “Política Educacional e Construção de uma Sociedade Democrática” e o VII Encontro em Campos do Jordão, em 1992, com os temas: “As relações entre ética e política”, “Transformação da Supervisão no concreto da História da Educação no Estado de São Paulo” e “ A questão da cidadania”.
Após várias negociações, o Sindicato-APASE conseguiu a realização do 3º Concurso Público para Supervisor de Ensino. Ainda, nesta gestão, o sindicato participou do Curso de Capacitação dos Supervisores Ingressantes realizado em parceria com a FDE.
Em sua gestão, março de 1992, foi adquirida a primeira sede própria para o Sindicato-APASE.
Promoveu ampla discussão sobre a Supervisão Paralela na Escola Padrão e a Reestruturação das Delegacias de Ensino.Desenvolveu campanha de ampliação do quadro de filiados, que atingiu 2.108 supervisores.
Das lutas conjuntas da Diretoria e filiados, foram conseguidos importantes benefícios à categoria: extensão da Gratificação de Dedicação Plena e Exclusiva aos Supervisores de Ensino; atualização de Verba de Transporte; e Contratação de Assessoria Jurídica para o Sindicato.
 
6ª Presidente:1993 a 1996 Profº. Anna Maria Quadros Brant de Carvalho
Eleita em 05 de junho de 1993, como Diretora-Presidente.
Participou da Campanha Salarial Unificada do Funcionalismo Público, com Atos Públicos e paralisação seguida da greve de 79 dias. Realizou análise da evolução salarial do Supervisor de Ensino – 1979 a 1994 – para subsidiar a correção salarial. Nesta ocasião, delegações de filiados do Sindicato-APASE realizaram várias viagens à Brasília, com o intuito de garantir direitos constitucionais frente às Reformas da Previdência, Administrativa e Educacional.
Promoveu o VIII Encontro Estadual em abril de 1994, no Memorial da América Latina, São Paulo, com o tema “Supervisão e Educação para a cidadania” ; o IX Encontro, em julho/agosto de 1995, no Colégio São Luiz, São Paulo, com o tema ”A Supervisão de Ensino e a Educação no 3º Milênio” e o X Encontro, em abril de 1996, também no Memorial da América Latina, com o tema “A Reforma do Estado e a Educação”.
Nessa gestão, foi desenvolvida a luta pela consolidação de um Sindicato forte e independente e pela valorização da aprovação em concurso público na classificação para substituição de Supervisor de Ensino. Abriu espaço para que os filiados interessados concorressem às vagas de Juiz Classista Temporário Representantes dos Trabalhadores.
Realizou capacitação de Supervisores em parceria APASE – FDE, com o tema: “Escola, espaço de construção da cidadania”.
Trabalhou para o fortalecimento do movimento dos professores aposentados.
Por proposta de filiados, criou o Suplemento de Legislação, encartado no Jornal APASE, primeira edição em setembro de 1995.
Ainda, conduziu a luta em defesa da garantia dos direitos dos Supervisores de Ensino no Plano de Carreira do Magistério Paulista e na Reforma da Previdência.
 
 
 
7ª Presidente:1996 a 2002 Profº. Maria Antonia Oliveira Vedovato
Eleita Diretora-Presidente, com posse em 03 de junho de 1996 para o 1º mandato e em 02 de junho de 1999, para o segundo.
Uma de suas primeiras ações foi a compra da atual sede do sindicato.
A partir de avaliações das instâncias diretivas e de sindicalizados, renovou-se o Jornal APASE e foi reformulada sua periodicidade, iniciando as edições mensais. Sistematizou o Suplemento de Legislação APASE com publicações mensais e textos legais da União, Estado e Município de São Paulo.
Mediante sugestão da Diretoria, foi instituído o Suplemento Pedagógico APASE, como subsídio à atuação da Supervisão junto às Escolas, em edições quadrimestrais.
Nessa gestão, o sindicato participou ativamente de lutas pelas melhores condições de trabalho e de salário, contra o Plano de Carreira imposto pela Secretaria da Educação e pela realização de Concurso Público para Supervisor de Ensino, em Audiências com o Governador e Secretários, carreatas ao Palácio de Governo e à Assembléia Legislativa, atos públicos e greves.
No período, foram realizados Encontros Regionais de Supervisores de Ensino para discutir a LDB – 9.394/1996, Municipalização, Supervisão de Sistema, condições de trabalho da Supervisão.
Também, foi organizada campanha para ampliar o número de sindicalizados.
Em continuidade, foram realizados o XI Encontro de Supervisores em Campos do Jordão, em maio de 1997, com o tema “Estado e Educação. Onde Estamos? Para onde iremos?”; o XII Encontro em Águas de Lindóia, em setembro de 1998, com o tema “Supervisão Hoje – Teoria e Prática. Supervisor, que profissional é este? Uma revolução por fazer”; o XIII Encontro em Águas de São Pedro, abril de 1999, tema “Sociedade-Educação-Supervisão: Ressignificando Relações”; o XIV Encontro em Campos do Jordão, maio/junho de 2000, com o tema “Educação, responsabilidade de todos: Estado-Sociedade-Cidadão”; o XV Encontro realizado no Parlatino, em São Paulo, em maio/junho de 2001, tema “No cotidiano do presente, a construção do futuro: um horizonte para a Supervisão da Educação” e o XVI Encontro realizado em Águas de Lindóia, abril de 2002, com o tema “Educação: Agenda para o início do Século, contribuição da Supervisão”.
Mediante solicitações de sindicalizados acolhidas pela diretoria da entidade, com objetivo de promover Capacitação Continuada à categoria, foram sistematizadas as Sessões de Estudo, coordenadas pela Diretoria de Assuntos Educacionais.
Foi nesta gestão que se iniciou a Mostra com Arte e foi implantada a seção Cultura e Lazer no Jornal APASE e a convivência para filiados aposentados.
Ainda, nesta gestão, o Sindicato-APASE ganha Mandado de Segurança Coletivo determinando pagamento da Gratificação por Trabalho Educacional – GTE, a partir de abril de 2001, a todos os filiados aposentados.
Em novembro de 2001, realizou-se festividade comemorativa aos 20 anos APASE, com homenagem aos fundadores da Associação e a todos os Presidentes desse período.
Após 10 anos de árduas lutas, em fevereiro de 2002, conseguiu-se a autorização para realizar o 4º Concurso Público para Supervisor de Ensino.
 
 
 
8ª Presidente:2002 a 2005 Profº. Maria Clara Paes Tobo
Eleita e empossada em 05 de junho de 2002.
Nessa gestão, o sindicato colaborou para a realização do 4º Concurso Público para Supervisor de Ensino, participando da Comissão Organizadora da Secretaria da Educação/CENP, publicando Separata no Jornal APASE com artigos de autoria do Sindicato e incluídos na bibliografia do concurso. Disponibilizou, também, toda a bibliografia para consulta dos candidatos. Participou das sessões de escolha de cargos pelos concursados e do treinamento dos supervisores recém-nomeados.
No período, lutou-se ativamente pela melhoria das condições de trabalho e de salário da Categoria e pela garantia dos direitos constitucionais frente à Reforma da Previdência, participando de Audiências com Secretários de Estado, Assembléia Legislativa, em Atos Públicos e carreatas, e em Caravanas à Brasília.
Dando seqüência às promoções anteriores, foram realizados: o XVII Encontro de Supervisores em Águas de São Pedro, em junho de 2003, com o tema “Ética: uma reflexão sempre necessária” , sendo que neste Encontro aconteceu o lançamento do SAS/Subsídios para a Ação Supervisora; o XVIII Encontro em Campos do Jordão, maio de 2004, tema” Supervisão de Ensino: uma Função de Estado” e o XIX Encontro, em Águas de São Pedro, em maio 2005, com o tema “Educação: humanização e relações de poder”.
A partir de 2002, iniciou a publicação dos anais dos Encontros de Supervisores do Magistério, em Revista APASE, editada após cada evento.
No período, o sistema de divulgação do Sindicato foi revisado e atualizado, aprimorando mais ainda as edições do Jornal APASE e a Página APASE na Internet.
A diretoria participou em eventos de Educação nacional e internacional, e deu continuidade à co-participação no Laboratório de Gestão da Educação/LAGE- UNICAMP e UEBRAJA.
Ainda, foi disseminado o trabalho de capacitação dos Supervisores, com Sessões de Estudos na sede e nas regionais APASE do interior.
Conseguiu-se espaço, para representantes do sindicato, filiados e diretoria, participarem das discussões, com apresentação de propostas, para o Plano Estadual de Educação.
Face às preocupações da categoria, foram elaborados estudos sobre a situação da Supervisão nas Diretoria de Ensino buscando ampliação do Módulo de Supervisores de Ensino das DEs. Concluídos eles foram encaminhados e debatidos com autoridades da Secretaria de Educação.
Em novembro de 2002, aconteceu a comemoração dos 21 anos de Fundação do Sindicato APASE e, em 2003, a instituição Dia do Supervisor de Ensino, 14 de novembro, com Sessão Solene na Assembléia Legislativa.
 
9ª Presidente:2005 a 2008 Prof. Severiano Garcia Neto
História em fase final de elaboração.
 
10ª Presidente:2008 a 2011 Profª Maria Cecilia Mello Sarno
 
Com a cooperação da Diretoria Executiva, do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal, sua história está se construindo por meio de suas ações democráticas e transparentes, na busca por justiça, na defesa da categoria e por uma melhor qualidade de ensino.

 

 

 

 

 

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